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Quarta, 21 de abril de 2021
15 anos sem Telê Santana



Nascido em 1931 (portanto, novo tópico semelhante a este virá em 26 de julho quando completados seus 90 anos de vinda ao mundo), consagrado já era como jogador do Fluminense campeão carioca em 1951 e 1959 e do RJ/SP em 1957 e 1960. O "Fio de Esperança" ficaria mais consagrado ainda como treinador vencedor no próprio Flu do Carioca de 1969, no Atlético do Brasileiro de 1971 e dos Mineiros de 1970 e 1988, no Grêmio do Gaúcho de 1977 e, especialmente, no São Paulo dos Mundiais e das Libertadores de 1992 e 1993, da Supercopa de 1993, das Recopas Sul-Americanas de 1993 e 1994, do Brasileiro de 1991 e dos Paulistas de 1991 e 1992. No dia em que sua morte completa 15 anos, este especial recordará entrevistas de Telê, matérias especiais, até mesmo o lado ator dele e também registros de sua partida. Personagem singular, segue vivíssimo nas lembranças até hoje.

Começo em 1979, quando treinava o Palmeiras que seria semifinalista do Campeonato Brasileiro e que ficaria marcado por um show no Maracanã diante do Flamengo nas quartas, um 4 x 1 devastador. Seria ele uma solução para a Seleção Brasileira? Na ocasião, não era seu pensamento, como externado em entrevista a José Silvério e equipe da Rádio Jovem Pan no "Jornal de Esportes". Como bem sabemos, ele a comandaria nas Copas de 1982 e 1986.



Em 21 de agosto de 1981, ele já treinava a Seleção e foi convidado especial da TV Globo na transmissão de Flamengo x Atlético Mineiro, jogo-desempate que definiria qual deles avançaria para os triangulares semifinais da Libertadores como 1º colocado do Grupo 3. Como bem sabemos, a partida em Goiânia ficou marcada pela arbitragem de José Roberto Wright, que expulsou cinco jogadores alvinegros, o que levou ao término aos 35 minutos do primeiro tempo. Telê lamentou a atuação dele, como notam nesta transmissão ao lado de Luciano do Valle e Raul Quadros - nela também estava Gerson, mas do estúdio no RJ, e só são escutados os presentes no Serra Dourada.



Em 10 de junho de 1990, Telê ia para sua terceira Copa seguida, mas agora não treinando a Seleção e sim comentando ela, convidado especial que era da equipe do SBT - da qual, a bem da verdade, já fizera parte nas Eliminatórias em 1985. Com som em apenas um dos lados quando escutado em estéreo, veja ele, Luiz Alfredo e Orlando Duarte chegando ao Delle Alpi, em Turim, para transmitir a estreia vitoriosa por 2 x 1. Tem ainda Roberto Cabrini, Ivo Morganti e o convidado Emerson Leão no estúdio. Telê também comentaria as Eliminatórias em 1993.



Em 1992, o São Paulo conquistou sua primeira Libertadores e devolveu o Brasil ao topo depois de nove anos. Técnico tricolor, Telê esteve no centro da "Roda Viva" ancorada por Jorge Escosteguy na TV Cultura, respondendo perguntas dos jornalistas convidados Roberto Benevides (O Estado de S.Paulo), Osmar Santos (Rádio Globo e TV Manchete), Sérgio Sá Leitão (Folha de S.Paulo), Roberto Bascchera (Jornal do Brasil), Luís Alberto Volpe (da casa), Sidney Mazoni (Jornal da Tarde), Roberto Avallone (TV Gazeta) e Wilson Ferreira Júnior (Rede OM).



No mesmo 1992, mais uma de Telê no SBT, desta vez encarando a Velha Surda (Rony Rios) quando tentava conversar com o são-paulino de quatro costados Carlos Alberto de Nóbrega em "A Praça é Nossa".



Em 2004, torcedores do São Paulo foram ao Rio de Janeiro homenagear Telê, já afastado do futebol desde muitos anos, por todas as glórias dadas a eles quando em sua casamata esteve. Addison Coutinho reportou o acontecimento para o "Terceiro Tempo", que Milton Neves e Renata Fan apresentavam na TV Record.



Por fim, o "Jornal Nacional" da TV Globo de exatos 15 anos atrás, com Fátima Bernardes apresentando a matéria de Isabela Scalabrini sobre o falecimento de Telê, incluindo breve retrospecto e depoimentos.

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