.


.

  24 Horas
  Papo de Mídia
  Academia Esportiva
  Papo Especial
  Especiais PB
  O Jogo da Minha Vida
  Rádio PB
  PB Interativo
  Sites Parceiros
 

OFERECIMENTO

.

ATENÇÃO: página melhor visualizada em 1024 x 768 - Seja bem vindo ao PAPO DE BOLA - O SITE!

.

24 HORAS
Futebol, esportes, sintonias e belas

.

Quinta, 25 de julho de 2013 - ANO 10, EDIÇÃO 304
Galo forte, Galo vingador, Galo que acredita


Grato ao conviva Edemir Vilagran Oliveira pela arte enviada e aí destacada.

Ao longo de 23 anos assistindo futebol, já vi uma série de partidas emocionantes, eletrizantes, disputadíssimas e de testar os batimentos cardíacos até o limite. As que valem título são as que marcam mais, especialmente as resolvidas nos minutos finais ou que parem nos pênaltis. Sofrido, doído, torturante, angustiante, mas talvez por isso mesmo tão único, tão importante, tão inesquecível. O que é fácil demais acaba enjoando, vivo dizendo isso.

Nestas duas décadas, são tantas as finais que ficaram especiais para mim, das quais cito algumas que não são necessariamente as mais importantes das histórias destes clubes, mas que foram as mais marcantes no meu imaginário futebolístico, a ponto de eu revê-las depois de um tempão e ainda me emocionar nem sei explicar direito por qual motivo - se bem que há coisas que a razão não explica, e o futebol é uma delas.

Exemplos: Internacional na Libertadores de 2006, podendo gritar "é campeão!" apenas no apito final; Grêmio no Brasileiro de 1996, chegando ao gol do título aos 40 e tantos da etapa final; Corinthians no Brasileiro de 1990, por ser o primeiro tanto título nacional dele quanto ano em que acompanhei futebol pra valer; Flamengo no Brasileiro de 1992, pela festa sensacional de Júnior no seu gol de falta; Palmeiras na Libertadores de 1999, com o pênalti errado por Zapata valendo o caneco; Vasco na Mercosul de 2000, virando de 3 x 0 para 4 x 3 nos acréscimos; São Paulo na Intercontinental de 1993, o famoso "este gol é pra você, palhaço!" do Muller; Cruzeiro na decisão da Copa do Brasil de 2000, campeão também nos minutos derradeiros; e Santos no Brasileiro de 2002, final maravilhosa.

Um clube que eu sentia falta de ter registrado em um momento singular no meu imaginário era o Atlético Mineiro. Tradicional, de massa apaixonada e timaços que marcaram época, no entanto sempre bateu na trave. Esteve em uma final que também me marcou muito, aquela dos três jogos no Brasileiro de 1999, só que perdeu ela para o Corinthians. Contente fico por agora não ter mais esta lacuna em aberto. Com merecimento, com um futebol que merece elogios pela valentia e pela qualidade vindo ainda do Nacional do ano passado, o Galo das alterosas não apenas voltou a ser campeão de um torneio expressivo após 41 anos, como "apenas" da Libertadores.

Ao Clube Atlético Mineiro, rendo minhas homenagens nesta quinta-feira onde foi consumado o maior feito de seus 105 anos de história. Que venham tempos vitoriosos e de conquistas fantásticas, que não fique apenas nisso. A massa alvinegra de Belo Horizonte, espalhada pelo Brasil e pelo mundo, merece mais. Muito mais. Bem mais de um time forte, vingador e que acredita, um time que conseguiu repercussão e admiração com todos os méritos. Agora, é começar a ajustar tudo para o Mundial de Clubes. Trabalho sério, determinação e foco podem permitir que mais um objetivo seja alcançado. Mas dá para ver isso a partir de daqui a alguns dias. Por agora, é só festa.

Uma decisão memorável

Nas partidas que ficaram gravadas na minha cabeça, citadas acima, incluí duas decisões de Libertadores. A elas colocaria uma que não assisti ao vivo, mas que merece estar neste grupo de noites épicas: aquela do São Paulo contra o Newell's Old Boys em 1992. A todas elas somarei com os dois olhos fechados e os dois pés nas costas, sem qualquer sombra de dúvidas, esta final de 2013, onde o Atlético buscava sua primeira conquista e suou muito a camisa para bater o Olimpia, já tradicionalíssimo e que tentava pela quarta vez se adonar das Américas.

O primeiro tempo não foi legal da parte do Galo, com muito domínio de bola e poucas chances. Um segundo que veio com tudo no gol antes de ser fechado um minuto, o primeiro de Jô após oito jornadas de seca - e que hora boa para acabá-la! E um gol com a marca de Cuca, pois o cruzamento veio de Rosinei, que ele lançou a campo no intervalo. A partir daí, o time brasileiro apertou um monte, mas ou a bola batia na trave ou o goleiro Martin Silva se mostrava muito bem. Mesmo eu não torcendo para o Atlético, até por não ser de Minas Gerais e nunca ter tido a alegria de ir a Belo Horizonte, acabei vestindo a camisa dele mesmo sem ter uma para fazê-lo literalmente.

Dois momentos me deixaram maluco: aquele inexplicavelmente inadmissível chute do Diego Tardelli na pequena área pra fora, ainda que ele fosse salvo pelo gongo por estar impedido e nada mais valer; e sobretudo a patética barbeiragem de Ferreyra ao driblar Victor e fazer bobagem ao invés de dar um bico pra rede vazia e fazer o gol que tornaria o Olimpia campeão, pois faltavam menos de 10 minutos e não acho que o Atlético tivesse fôlego para uma busca por dois gols em tais circunstâncias. Mas a dita "sorte de campeão" se manifestou ali, apenas isso justifica um risco tão grande não resultar em malefício. Logo depois, Manzur expulso, o tremendo gol do Leonardo Silva (em cabeceio que me remeteu ao feito nos extraordinários 3 x 2 sobre o Fluminense em 2012) e o apitante dando uma de Mr. Magoo ao não marcar um pênalti flagrante em Jô quase nos minutos finais. Mas ainda tinha mais.

Prorrogação tensa, algumas chances, mas nada do gol. Teria de ser resolvido nos pênaltis. Mais uma vez um time brasileiro recorria a eles para selar sua sorte na Libertadores. Seria o Atlético Mineiro feliz igual ao São Paulo de 1992 e ao Palmeiras de 1999? Ou seria infeliz a exemplo do Cruzeiro de 1977, do São Paulo de 1994, do São Caetano de 2002 e do Fluminense de 2008? Feliz foi o final. Já dava para sentir isso quando Victor catou o chute do Miranda para merecer para sempre o título de santo atleticano - verdade que com uma adiantada daquelas para repetir a cobrança, mas o apitante sabia que seria linchado se assim o fizesse, ainda mais depois do pênalti claro não dado ainda nos 90 minutos. Baita bananão o Wilmar Roldán. O Galo nada tinha com isso, cobrou no alvo todas as suas cobranças e saiu para o abraço quando Giménez mandou na trave. Ganhou quem acreditou. Até o fim.


Ótima sacada do Renato Peters, repórter da TV Globo, para o grande Victor.

O caminho para o título

O Atlético foi avassalador na fase de grupos, se classificando com uma rodada de antecipação para a próxima fase. Quando perdeu para o São Paulo, não fazia diferença nenhuma. Aliás, fez. O mesmo adversário veio e duas vitórias maiúsculas e sensacionais mantiveram o Galo na competição. Aí, começou o sofrimento. Dois empates com o Tijuana e o magistral pé de Victor impedindo a classificação mexicana no último lance. Uma derrota por 2 x 0 para o Newell's Old Boys, a devolução do mesmo marcador com apagão antes do segundo gol e uma vez mais o grande Victor honrando a camisa que um dia João Leite tão bem defendeu. E então, a finalíssima com o Olimpia e cenário da semifinal repetido, desta vez sem apagão e com prorrogação, mas com Victor novamente decisivo.

O CAMpeão teve uma CAMpanha de 8 vitórias, 3 empates e 3 derrotas, marcando 28 gols e sofrendo 18.

A sua hora chegou, Cuca

Jogador que ajudou a compor meu imaginário futebolístico de guri pelas importantes presenças na dupla Gre-Nal (mais no Grêmio) no início dos anos 90, Alexi Stival precisava de um grande título para se consolidar de vez como treinador. Campeão carioca e tricampeão da Taça Rio contando Botafogo e Flamengo, tricampeão mineiro juntando Cruzeiro e Atlético. Demolidor estadualmente, mas faltava algo mais. Não dava mais para ficar no "quase", igual ao São Paulo semifinalista da Libertadores de 2004, ao Fluminense vice da Copa Sul-Americana de 2009 e aos dois vice-campeonatos brasileiros de 2010 com o Cruzeiro e o Atlético em 2012. Precisava do título. Merecia ter um.

Ganhar a Libertadores no ano em que completou 50 de vida enfim eleva Cuca para outro nível. Sem comparações de qualidade de treinar e sim comparando os contextos das situações, acontece com ele o mesmo que ocorreu com Telê Santana em 1992 e com Abel Braga em 2006: a redenção. Uma guinada na carreira. Este time do Galo tem protagonizado algumas das partidas mais legais e divertidas do futebol brasileiro nos últimos anos e merecia chegar onde chegou. É um cavalo com jóquei que sabe domá-lo. Se algo me alegrou nesta noite inesquecível de 24 para 25 de julho de 2013, é ver Cuca vencer um grande título na casamata. Yes, he C.A.M. And got it.

Curtinhas da Libertadores

*Em mais de cinquenta anos de Copa Libertadores, é interessante notar que o predomínio brasileiro não é desde sempre. Até 1992, eram cinco títulos em onze finais. De 92 para cá, são doze títulos em dezenove decisões.

*Juntando o feito do Galo aos de Corinthians, Palmeiras, Vasco e Flamengo, aos dois de Internacional, Grêmio e Cruzeiro, além dos três de São Paulo e Santos, são 17 títulos de clubes brasileiros, atrás dos 22 da Argentina e muito na frente dos 8 do Uruguai, dos 3 do Paraguai, dos 2 da Colômbia e dos únicos de Chile e Equador.

*Nos tempos de multicolor, HD e 3D, vale a curiosidade: pela terceira vez seguida, um clube alvinegro do Brasil faturou o torneio (Santos em 2011, Corinthians em 2012 e Atlético Mineiro em 2013). Por isso, ontem mesmo já tinha gente nas redes sociais em tom descontraído dizendo acreditar no Botafogo para 2014. Quem sabe?

*O Internacional não é alvinegro, mas seu título de 2010 reunido aos outros três faz com que as últimas quatro Libertadores sejam de times brasileiros. E bastou eu mencionar no Twitter essa descontração do Botafogo e os colorados lembraram que 2014 é ano de Copa do Mundo, a exemplo de 2010 e 2006, quando foram vencedores.

*Com o gol a 55 segundos da etapa final, Jô foi às sete faturas e conquistou a artilharia da temporada, tendo um tento mais que o companheiro atleticano Diego Tardelli e que Ignacio Scocco, que trocou o Newell's Old Boys pelo Internacional. O Galo teve ainda 4 gols de Bernard e Ronaldinho, um a menos que Luís Fabiano pelo São Paulo.

*Quatro vezes seguidas a artilharia é de alguém de equipe do Brasil, reunida essa do Jô pelo Atlético Mineiro às de Neymar pelo Santos no ano passado e às de Wallyson em 2011 e Tiago Ribeiro em 2010, ambas no Cruzeiro.

*Para o próximo Mundial de Clubes, que será realizado não mais no Japão e sim no Marrocos, já sabemos cinco dos sete duelistas: Atlético pela Conmebol, Bayern de Munique pela UEFA, Monterrey pela Concacaf, Auckland City pela OFC e Raja Casablanca representante do país-sede. Falta saber os campeões da África e da Ásia.

*A arrecadação neste Atlético x Olimpia é a maior do futebol em nosso país em todos os tempos: grandiosérrimos R$ 14.176.146,00 pagos por 56.557 pagantes. Foram 58.620 pessoas presentes a Magalhães Pinto.

*O único ponto negativo desta noite mágica não teve relação com dentro de campo e sim fora dele, o que foi muito bem relatado em imagens ao vivo pela ESPN Brasil: organização precária que fez com que as catracas ficassem pra lá de Marrakesh e isso permitisse a alguns torcedores entrarem no Mineirão sem ingresso. É algo que a Minas Arena tem que examinar com muita atenção para impedir que se repita, ainda mais na Copa do Mundo.

Vamos mudar de assunto?

Já tá grandona a coluna desta quinta-feira, mas há vários outros temas a ser destacados porque aqui no Brasil é aquela história: representante nosso em decisão da Libertadores sendo a partida única do dia? Brincou, né?

Os destaques da Copa do Brasil

Um pênalti polêmico e que à primeira olhadela me pareceu existir, mas que dividiu muitas opiniões, abriu caminho para o Atlético Paranaense vencer o Paysandu, que ainda diminuiu e quase empatou, o que o classificaria. Pênalti foi o que não faltou da parte de Figueirense e Botafogo, já que o 1 x 0 catarinense igualou o mesmo marcador dos cariocas na ida. Enquanto o destaque negativo foi Ricardo Bueno, que fez o gol com a bola rolando e mandou nas nuvens sua penalidade máxima, o ponto positivo foi Jefferson, com duas defesas que classificaram o Fogão.

Já a Ponte Preta não fez a menor questão de disfarçar sua intenção de cair fora do mata-ou-morre brasileiro, nem mesmo mandando Paulo César Carpegianni até Manaus. Resultado: o Nacional ganhou de novo e passou de fase. Por fim, Ben-Hur não deu as caras outra vez igual foi na ida, acho que por ontem ser outro ator que não Charlton Heston. Piadas à parte, o CRAC tá fora pois tomou duas buchas do Santos, que permanece na competição.

Com isso, a CBF já pode sortear os confrontos das oitavas-de-final pois sabemos todos os 16 times que estarão nela. Vale lembrar que temos a volta dos brasileiros que disputam a Libertadores com exceção do São Paulo, que jogará a Sul-Americana por ser seu atual campeão e cuja vaga é preenchida pelo Vasco, o melhor no ranking da CBF excluídos os representantes continentais. Assim, estas seis equipes estão em um dos potes, que é fechado por outros dois melhores colocados no ranqueamento. Cada jogo terá time de pote A versus clube de pote B.

O primeiro pote traz Atlético Mineiro, Corinthians, Fluminense, Grêmio, Palmeiras, Vasco, Inter e Flamengo. Já o segundo tem Cruzeiro, Goiás, Luverdense, Salgueiro, Santos, Botafogo, Atlético Paranaense e Nacional.

E vamos para a Copa Sul-Americana

Falei que o São Paulo tá nela. Como é o atual campeão, entrará já na fase continental. Por sua vez, a definição da Copa do Brasil ajustou os clubes que jogarão a "Série B da Conmebol", tudo já com base no sorteio realizado há algumas semanas e que não teve grande atenção justamente por não sabermos à ocasião quem estaria nela. Os quatro enfrentamentos nacionais serão estes: Náutico x Sport, Coritiba x Vitória, Ponte Preta x Criciúma e Bahia x Portuguesa. Os mandos das voltas ficarão para Náutico, Coritiba, Ponte e Bahia. As classificações do Goiás e do Atlético Paranaense abriram espaço para o Sport, mesmo ele tendo caído da Série A pra Série B deste ano.

Por falar em Séries A e B...

...que lixo de retrospecto do São Paulo, heinhô Batista? Numa noite gelada e com chuva em Sampa City, foi até milagre saber que 6 mil pessoas compareceram ao Morumbi, embora quem dele tivesse melhores imagens não botasse muita fé nesta plateia divulgada. E se o tricolor paulista vinha de sete derrotas seguidas, por que não tirar proveito disso? O Internacional, mesmo com apuros no segundo tempo, assim cumpriu e, com o placar mínimo, deixa SP com os três pontos e a liderança do Campeonato Brasileiro, claro que tendo um jogo a mais por agora.

Da parte são-paulina, crise histórica: 8 derrotas seguidas, 11 jogos sem vencer (isso contando Brasileirão, Recopa e aquele amistoso contra o Flamengo) e apenas quedas sob o comando de Paulo Autuori. São seis sucessos dos visitantes em sequência no Cícero. Jamais isso tinha acontecido. A torcida, evidentemente, perdeu o restininho de paciência que ainda tinha. Chegaram a levar uma faixa com os dizeres "Juvenal Juvêncio, o câncer do São Paulo", mas retiraram a faixa no decorrer da partida. O cerco está apertando para o presidente maluco nada beleza.

Por sua vez, o Colorado não perdeu desde o fim da Copa das Confederações. Se contarmos aquele amistoso com o Cerro na véspera da final dela, são 6 vitórias e apenas um empate. Além disso, são quatro vitórias seguidas. No geral, isso não acontecia desde 2010, e em Brasileirões, desde 2009. Uma questão de ordem muito importante: D'Alessandro forçou o terceiro cartão amarelo e não jogará contra o Náutico no Recife, neste fim de semana, o que deixará ele liberado para a partida seguinte. Se fosse pela tabela original, esta seria contra o Santos. Mas como será remarcada devido ao Peixe visitar o Barcelona na semana que vem, o próximo jogo será "só" o Gre-Nal.

Cadê o rescaldo dos palpites?

Estou devendo o das últimas rodadas, bem sei. Mas como atualizei o site a partir das 7 e meia da noite e dividi as atenções com a bola em jogo (que na verdade ganhou 75% da prioridade da minha atenção), hoje não tenho como fazê-lo. Mas até pelo fato desta ser uma quinta-feira sem futebol e eu precisar de assuntos para preencher a "24" de amanhã, é nela que trarei os resultados das rodadas e os índices de acertos dos amigos do Brasil, além de anunciar a próxima rodada de pelejas para seus prognósticos. Tudo ainda efeito da troca de hospedeiro do PB.

Três pelo mundo

A primeira: o Bayern de Munique ganhou por 2 x 0 no reencontro de Josep Guardiola com o Barcelona, mas como não acompanhei este jogo, dele não emito considerações. O Barça teve Messi, mas outros atletas ficaram de fora por virem da Copa das Confederações e ainda cumprirem seus últimos dias de férias.

A segunda: no empate por 2 x 2 com o Lyon, um dos gols do Real Madrid foi de Casemiro, seu primeiro por ele.

E a última: deixa na ponta da agulha o disco do Van Halen pois posso precisar tocá-lo no "Clipe do Dia" da coluna da próxima segunda-feira. É que o Panamá ganhou do México por 2 x 1 e está na final da Copa Ouro da Concacaf, que será realizada neste domingo contra os Estados Unidos, que fizeram 3 x 1 em Honduras. Vai, Panamá!!!

Curtinhas

*Confirmado para o Maracanã o clássico de 4 de agosto entre Vasco e Botafogo.

*Júlio Baptista de volta ao Brasil. Dois anos de compromisso com o Cruzeiro. A ala azul da audiência curtiu?

*O Joinville mandou Arthurzinho embora e chamou Ricardo Drubscky, ex-Atlético Paranaense, para treiná-lo.

*Alegando questões de segurança, o América pedirá a mudança de horário no clássico de Natal com o ABC, no próximo dia 10, das 9 da noite para as 4 e 20 da tarde. Tem que ver se a televisão não fará objeções...

*Completa 40 anos nesta quinta-feira o ex-lateral direito Zé Maria, que jogou por muitos anos na Portuguesa e que ainda defendeu Ponte Preta, Palmeiras e Cruzeiro. Por aqui, seus títulos incluem o Estadual de 1993 no Sergipe, o Carioca de 1996 no Flamengo e o RJ/SP de 1999 no Vasco. Na Itália é que ele empilhou conquistas: no Parma, venceu Copas e Supercopas da Itália e da UEFA, todas as quatro em 1999; e na Internazionale, venceu Supercopa da Itália em 2005, Campeonato Italiano em 2006 e a Copa da Itália nestes dois anos. Uma carreira bem boa.

*Dois reforços confirmados pelo Napoli: Pepe Reina, goleiro emprestado pelo Liverpool e que o deixa após oito temporadas, e Higuaín, atacante contratado junto ao Real Madrid. Boas aquisições, leitores napolitanos?

*Vem aí a Rússia no calendário da Fórmula 1 a partir do ano que vem, mais especificamente em 19 de outubro. A Rússia até já recebeu GPs, mas a última vez foi em 1914, quando nem minha avó tinha nascido ainda.

Sintonia PB

Começa o tópico desta "24 Horas" que está antenado no que ocorre fora dos esportes. Às novidades:

*Você leu na coluna de ontem que Maurício Menezes trocou de rádio no Rio de Janeiro, deixando a Tupi para voltar à Globo. Disse o líder do "Plantão de Notícias" em sua página no Facebook que recebeu um convite dos diretores Bruno Thys e Cláudio Henrique, então informando isso ao comando da Tupi e ao comunicador Clóvis Monteiro, de cujo programa matutino participava. Maurício ficou sete anos na Tupi e outros 29 na primeira passagem na Globo. Ele será gerente artístico da emissora e também participará do departamento de esportes.

*Daqui de Porto Alegre, o Coletiva.net publicou ontem algo que há horas José Luiz Prévidi tem publicado: que a Ulbra TV pode retransmitir a TV Cultura de São Paulo, que saiu do VHF/UHF depois que a TVE passou a mostrar somente a TV Brasil. Deixaria, então, a emissora dos luteranos de ser essencialmente regional.

*Uma do interior paulista: a bonitona repórter e apresentadora Patrícia Andrik saiu da TV TEM de São José do Rio Preto, afiliada da Globo na qual apresentava o "TEM Notícias" do meio-dia. Justificou ela no Facebook que teve divergências com a gerência de jornalismo e a direção da emissora. Tomara que boas novas lhe cheguem logo.

*Mais uma de afiliada da Globo, essa relativa ao Nordeste: veem aqui uma foto bacana da jornalista da TV Bahia, Camila Marinho, toda uniformizada antes de entrar no Mineirão ontem à noite. A apresentadora do jornal "Bahia Meio-Dia" é natural de Belo Horizonte e fanática pelo Atlético, assim curtindo in loco o título da Libertadores.

*Também aqui em Porto Alegre tem belas moças mineiras do jornalismo sorrindo um monte com o alvinegro das alterosas no primeiro lugar da Libertadores - e logo duas que tenho a infelicidade de não conhecer pessoalmente, o que lastimo demais e chateado me deixa: Adriene Lacerda, repórter da Record, que foi devidamente saudada no "Rio Grande no Ar" desta manhã pelos colegas André Haar e Gisa Guerra na hora das informações esportivas; e Priscila Montandon, a "Bela da Tarde" cantada em prosa e verso certa feita por Paulo Sant'Ana em Zero Hora (da qual ela saiu no ano passado), que também se mandou para BH e assistiu ao vivaço o triunfo do seu clube.

*Por falar em Record: quem lê esta coluna sabe que já falei algumas vezes de Raquel Rocha, a bela e adorável repórter que entra todas as manhãs ao vivo no "Fala Brasil" com notícias de Belo Horizonte. Pois nesse tempo todo em que a assisto, nunca vi ela fazer um vivo tão felizmente sorridente como hoje, nem mesmo nos jornais de sábado, quando as pautas são mais amenas. Sim, também a bela Raquel Rocha é campeã das Américas.

*Não preciso nem falar do Chico Pinheiro no "Bom Dia Brasil", né? É hoje que ele se lava na felicidade, eh, eh...

*Mudando completamente de assunto: a Rede Globo aprontou nesta madrugada. Devido à prorrogação e a ser preciso mostrar a festa do título (questão contratual da Conmebol, pelo que sei), já se sabia que a transmissão de Atlético x Olimpia acabaria no mínimo lá pela 0h40. Por mais que a novela das onze passe todas as noites entre terça e sexta-feira, colocá-la num horário corujão desses seria sacanagem. Mas conseguiram piorar isso.

*Tivemos pênaltis. Mais atraso. Em meio à festa do Galo, ouço Cléber Machado anunciar "Saramandaia" para a sequência. Era 0h55. Jurei estar maluco, mas foi isso mesmo. Só que, apenas cinco minutos depois, o narrador informou que a exibição estava cancelada e que hoje serão exibidos o capítulo que passaria ontem e o normal de hoje. Na boa, velho: se só a prorrogação já faria tudo atrasar bastante, custava avisar quase à meia-noite mesmo o cancelamento da novela? Imagina quem a assiste e que resistiu acordado até 1 da madrugada só para ver seus 20 minutos daquela noite. Ficou acordado a troco de nada. Pisada na bola da Plim-Plim.

*Mudando um pouco de assunto: leio no Nilson Xavier que o Viva abrirá em seu site uma enquete na qual o público escolherá qual de quatro novelas quer assistir nas faixas de meia-noite e meio-dia assim que "Rainha da Sucata" encerrar. São quatro opções: "A Indomada", mais recente delas e exibida há mais de 15 anos; "Fera Ferida", da qual lembro toda vez que toca no rádio o tema de abertura cantado pela Maria Bethânia e também que leio sobre o Águia de Marabá, que tem o atleta Flamel, mesmo nome do personagem de Edson Celulari; "O Dono do Mundo", que passou maus bocados na audiência com a exibição original de "Carrossel"; e a última e mais antiga é "Água Viva", que eu gostaria que vencesse pois finalmente teríamos algo antigão no Viva (esta novela é de 1980).

*Da água para o vinho: leio na Rolling Stone que Débora Seccos e Mollhados, que um dia fez Bruna Surfistinha no cinema, agora estrelará no ano que vem uma cinebiografia sobre sabem quem? Irmã Dulce. Considerações?

*Nada legal a imagem da Beatriz Segall de olho machucado após tropeçar no buraco de uma calçada no Rio de Janeiro, além de ralar os joelhos e "inutilizar" um dedo da mão. Com 87 anos, ela prometeu entrar na Justiça contra a prefeitura carioca, mas recebeu do prefeito Eduardo Paes garantia de providências em breve. Sei...

*Na coluna de segunda-feira, lembrei do seriado "As Supergatas" nesta coluna por ocasião dos 5 anos da morte de uma de suas protagonistas, Estelle Getty. Pois precisamente hoje, fecha 90 anos o nascimento dela.

*A saideira: quem festeja 90 anos nesta quinta-feira é Leonardo Villar, ator de extensa carreira em teatro, cinema e televisão, nesta atuando em produções de Tupi, Bandeirantes, TV Rio, Globo, Manchete e SBT. A última aparição na telinha foi na global "Passione", em 2010. Ele foi o Zé do Burro do filme "O Pagador de Promessas" em 1962.

E fique antenado! "Sintonia PB" continua de olho no que ocorre fora dos esportes e retorna na próxima coluna.

Bela do Dia: Mariana Queiroz

Mariana Queiroz, repórter da Globo News no Rio de Janeiro. Moça muito charmosa que tem me chamado bastante a atenção quando a assisto.

Convivas

As mensagens aqui publicadas são remetidas pelos leitores deste PB ao e-mail papodebola@gmail.com.

Atenção: diante do início da edição do site apenas às 7 e meia da noite, diante do fato do campeão ser o Atlético Mineiro me fazer buscar mais pautas e informações para incrementar a "24 Horas" de hoje, diante da edição pra valer eu fazer somente na madrugada por prestar atenção na bola rolando desde a Copa do Brasil, diante do fato de hoje ser um dia sem jogos de futebol e com provável pouco movimento nos noticiários, além do principal fato ser que estou arrebentado de sono por concluir tudo às 10 da manhã e vir de mais de 24 horas diretas acordado, não publicarei hoje as mensagens dos leitores. Todas as enviadas anteontem e ontem serão reunidas às enviadas hoje para publicação aí sim amanhã, quando com atenção e tranquilidade poderei separar todas as mensagens e colocá-las em ordem, além deu fazê-lo sem ser devastadoramente consumido por poderosos bocejos. Grato.

Clipe do Dia I

Grande cantor sertanejo brasileiro, o goiano Leonardo completa 50 anos hoje. Aqui está "Me Apaixonei Por Ti".

Clipe do Dia II

Há 10 anos completados nesta quinta, falecia o diretor John Schlesinger, de filmes como "Maratona da Morte", "Morando Com o Perigo" e "Sobrou Pra Você", que foi indicado ao Oscar por "A Que Amou Demais" e "Domingo Maldito", vencendo a estatueta por "Perdidos na Noite", do qual destaco aqui "Everybody's Talkin'", com Nilsson.

Arremate

Alexandre Kalil: "a taça da Libertadores é mais gostosa que mulher". Mais que uma linda atleticana eu duvido.

"24 Horas" volta antes que os alvinegros das alterosas rumem ao Marrocos para o Mundial!

O COLUNISTA: Edu Cesar é criador e editor do Papo de Bola (autor também da coluna "Papo de Mídia").

TWITTER: @papodebola
E-MAIL: papodebola@gmail.com


LEIA
COLUNAS ANTERIORES
VEJA
"BELAS DO DIA" ANTERIORES

.

.

.


Confira as manchetes do Papo de Bola - o Site, o acompanhamento das rodadas de futebol e comentários diversos. Para ser mais um seguidor, clique aqui.
 
PAPO DE BOLA - O SITE Desde 2/6/2003 Jogue junto com este time!
Criação, produção e edição Edu Cesar E-mail papodebola@gmail.com

.